Criminoso que vinha cometendo assaltos em comércios na região central de Jundiaí foi preso na madrugada deste domingo (9) em ação realizada por policiais militares do 11º Batalhão.
Dono de extensa ficha criminal, ele já havia sido autuado em flagrante no final do ano passado por um roubo a farmácia. Não chegou a ficar 48 horas na prisão, pois foi solto em audiência de custódia realizada pelo Poder Judiciário, que entendeu não ser necessário manter o perigoso assaltante atrás das grades.



Na madrugada deste domingo, o bandido voltar a agir, roubando mais uma farmácia, desta vez na avenida 9 de Julho. Usou uma motocicleta de cor roxa, com placas adulteradas, com a qual fugiu até a Vila Nambi.
De acordo com o tenente Iuri, da equipe do capitão Augusto José Martinelli, sua equipe (sargento Leliano e soldados Bruno Dias, Carlos, Rafael, Castilho e Gonçalves) teve apoio da Força Tática do próprio batalhão e de patrulheiros do 49º, também com sede em Jundiaí, para buscas ao fugitivo.
Ainda na Vila Nambi, o criminoso foi localizado, mas não quis se entregar. Decidiu continuar fugindo e acelerou a moto, mas caiu logo após perder o controle e bater em uma lixeira.
Desta vez a pé, ele pulou muros de residências e, por um momento, sumiu das vistas dos militares. O cerco ao bandido se fechou e, algum tempo depois, ele foi finalmente localizado e preso tentando se esconder dentro de uma residência.




Audiência de custódia

O criminoso, que não teve o nome divulgado, foi autuado em flagrante por assalto, sem direito a fiança, conforme determina a lei.
No entanto, ele deve passar nesta segunda-feira (10) por audiência de custódia e pode ser colocado novamente na rua, caso assim decida o Poder Judiciário, responsável pelo procedimento.
O procedimento foi instaurado em Jundiaí em agosto de 2016, seguindo determinação do Tribunal de Justiça paulista. Nele, o juiz designado analisa as circunstâncias da prisão, e não aprecia o mérito.
Ao fim, é decidido pela permanência ou não do acusado atrás das grades durante prosseguimento do processo criminal.

Fonte: Imprensa Policial